domingo, 15 de janeiro de 2017

A decisão certa, como tomar.


Faze-me,  Senhor, conhecer os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas.  Sal. 25:4

Este é um dia difícil para você? Precisa tomar uma decisão importante e não sabe como? Teme? Há muita coisa envolvida e  você sente que a incerteza toma conta do seu coração?  Algo precisa ser feito, mas  você teme equivocar-se. Qual a solução?

Davi também viveu um momento semelhante ao que você está vivendo. Foi nesse contexto que ele disse: “Faze-me Senhor conhecer os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas.” Com certeza os caminhos de Deus  são os melhores. Se pudéssemos enxergar através do véu da nossa humanidade e permitíssemos que Deus nos mostrasse os seus caminhos, Ele Se revelaria e nos alegraríamos em fazer a sua vontade. O resultado seria prosperidade e êxito.

O salmo vinte e cinco retrata a vida como uma longa jornada na qual é impossível ser vitorioso com as próprias forças. A palavra ‘caminho’ é usada pelo salmista quatro vezes e a palavra vereda uma vez. O segredo da felicidade é descobrir esse caminho e andar nele. A vida não é fácil de ser vivida. Sem a orientação divina você pode chegar ao fim da jornada e descobrir que desperdiçou sua existência. Portanto a primeira lição que precisa ser aprendida é que a vida não é fácil. Uma vez que  você aceita o fato de que a vida é difícil, você procura ajuda e como Davi, suplica a Deus que lhe mostre o caminho em que deve andar.

O problema é que às vezes quando o ser humano pede que Deus lhe mostre o caminho,  deseja é que  Ele aprove a sua decisão. As coisas se complicam porque Deus não é o Pai permissivo que deixa que o filho de dois anos O leve para onde quer. Deus é Deus, conhece o caminho melhor do que ninguém e o levará com segurança aonde você precisa chegar.

Com isto em mente, não tema fazer a decisão que precisa ser feita hoje. Não fuja. Não adie. Na se omita. Peça a direção divina e parta com a consciência de que sua vida está escondida nas mãos de alguém que nunca falha.

Ore a Deus e repita: “Faze-me, Senhor, conhecer os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas.”

sábado, 14 de janeiro de 2017

Preguiçoso eu?

Devocional de hoje:

Esse texto não é meu, mas achei excepcional. Uma lição verdadeira do que esse pequeno versículo representa.

Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. Prov 6:6

A formiga é usada por escritores sacros e seculares como exemplo de  laboriosidade e previsão. Ela trabalha arduamente no verão para sobreviver nos tempos difíceis do inverno.

O sábio Salomão faz um convite a observar a vida destes pequenos insetos como um exemplo de persistência, coragem e diligência. Observar talvez seja uma das grandes virtudes da sabedoria . Passamos pela vida como loucos, correndo, agitados, sem tempo para observar, o nascer do sol, o resplendor da lua ou até o simples gesto do cachorro que mexe a cauda quando retornamos para casa. Essa falta de observação, faz de nós pessoas insensíveis e vazias. Meros robôs, que realizam um trabalho eficiente mas que não desfrutam da vida.

Da formiga aprendemos que a vida é luta e que para sair vitoriosos é preciso, trabalho, ordem e provisão.

As formigas não esperam “grandes projetos” para iniciar o dia trabalhando. Elas começam com o que tem à mão. Cumprem o dia a dia, não se detém, simplesmente avançam. São muitas, e a soma de muitos pequenos trabalhos, resulta num projeto fabuloso, porque se observar com lupa, um ninho de formigas, verá a obra extraordinária de engenharia que seres humanos não conseguiriam realizar.

Tem mais. As formigas trabalham como um exército. Existe ordem e disciplina. Não  grandes realizações sem ordem. O preguiçoso não gosta de trabalhar, nem de observar a ordem. O resultado é fome, miséria e fracasso.

De todas as lições que a formiga ensina, a que mais me impressiona é a previsão. A formiga não consome tudo que encontra. Guarda, poupa, armazena. Para fazer isso não passa fome nem desatende as necessidades da família. Isso seria avaria. Instintivamente ela sabe que o inverno virá e não haverá  condições de trabalhar portanto, faz previsão e quando as inclemências do frio chegam, enquanto outros animais passam fome, ela está protegida, alimentada e segura em seu ninho.

O que você pode aprender da formiga? Quanto falta para o inverno da sua vida? “Vai ter com a formiga, considera os seus caminhos e sê sábio.”
P.Alejandro

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Cuide do que sai da sua boca


“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem”.
Efésios 4.29
    Jesus disse que a boca fala do que está cheio o coração (Lc 6.45c), por isso, para que não pronunciemos o que desagrada a Deus e soframos por isso, precisamos encher o nosso homem interior, recriado em justiça e preparado para as boas obras.  Se quisermos agradar ao Senhor, então temos a direção: encher o nosso coração com o que aprendemos nas Escrituras. Isso não significa, simplesmente, decorar versículos, mas, sim, guardar os ensinamentos que recebemos ao meditarmos nas revelações do Livro de Deus.
É de suma importância vigiarmos para não falarmos o que o diabo quer, o que poderá trazê-lo para perto e afastar o Senhor de nós. Por isso vigie bem, porque, nas horas de necessidade, Satanás pode influenciar você a fazer o que não deve. Após jejuar durante 40 dias, Jesus teve fome, e o diabo, sutilmente, tentou convencê-lO a transformar pedras em pães (Mt 4.1-10). Ele não conhece nossos pensamentos, mas conhece a fraqueza humana.
O que não for bom para promover a edificação não deve ser falado (ou escrito). Para isso, aja sempre como o Senhor agiria se estivesse em seu lugar e tenha uma vida de oração, honrando-O em tudo. Assim, você será guardado de todo laço, visto que Deus é bom com aquele que O respeita. Então, se tiver de passar por alguma privação, enfrente-a, mas nunca aceite o escape que venha do inimigo.
    Fale somente o que Deus coloca em seu coração, e você dará graça a quem o ouve. Além disso, não pronuncie nada que possa prejudicar o próximo. Use sua boca apenas para abençoar. Agindo dessa forma, você será responsável pelo sucesso de muitos.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Falem bem ou mal de mim tanto faz...será?

No tempo em que estamos vivendo é um tal de "não me importo com o que pensem a meu respeito", "a minha vida só interessa a mim mesmo", "ninguém tem nada a ver com as decisões que tomo" ou "eu sei o que faço e a escolha é minha", que fico pensando: as pessoas vivem numa solitária, dentro da prisão?
Porque se elas viverem tudo bem, alguém vem e coloca um prato de comida na portinha, ela se alimenta, se suja ali mesmo, toma banho de mangueira pela porta, fica com seu próprio mal cheiro e paga o preço de suas ações.

Mas se vivem numa sociedade e até onde eu já pude ver, inclusive na prática, toda ação leva a uma reação. Toda ação gera uma consequência, que pode atingir a só aquele que praticou, decidiu ou tomou a ação, como pode atingir todos aqueles que o cercam e as vezes com resultados para toda uma vida, sejam esses resultados bons ou ruins.

Quer um conselho? Seja menos individualista, pense nas pessoas à sua volta, na sua família, nos seus amigos, no ministério que Deus tem em sua vida, no seu trabalho. Jesus não mandou que ninguém cuidasse apenas do seu próprio umbigo, muito pelo contrário, pediu que nos amássemos uns aos outros como se fossemos nós mesmos. Até onde eu saiba e está escrito em Corintios 13, O AMOR NÃO É INDIFERENTE. Ele se importa é muito, com seu próprio testemunho, porque pode derrubar ou levantar aquele que te olha,pode demonstrar o amor de Cristo, como pode mostrar que fomos um instrumento de satanás.

Se fosse para sermos apenas um pensando em si mesmo, O FRUTO DO ESPÍRITO SANTO não existiria, porque em si só, a sua existência já prova que precisamos do outro: precisamos ter domínio próprio nos nossos relacionamentos,
quem ama ama a alguém, ou será que o verdadeiro amor é aquele atribuído a si mesmo e eu não tô sabendo...
quem tem longanimidade, ou seja possui o caracter que suporta as adversidades e que prossegue no seu empenho, apesar dos obstáculos, não passa por provas sozinho.
Quem é benignidade, tem que ser com alguém, porque ser benigno é ser favorável, sensível;
Ter bondade acho que dispensa explicações, não é não?
Ser fiel, ou seja ser leal, constante, honrado não o pode ser para si próprio...
E mansidão então? Vou gritar comigo mesma e não vou responder? Poupe-me...

Saia da sua ilha de egoísmo, pense bem antes de tomar suas atitudes, pese suas palavras e suas ações e veja se o Espírito de Deus se alegraria com elas, se aqueles que são mais fracos na fé ou que não conhecem a Cristo conseguiriam ver o amor dele em sua vida.

Se isso não for possível por favor, comece tudo de novo, é a hora de ver onde se caiu, arrepender-se e voltar às boas obras. (apocalipse 2:5).
Fiquem com Deus
Lavinia Teixeira

domingo, 6 de novembro de 2016

Um Tsunami chamado Stevens-Johnson



Esther depois do Tsunami
Você já assistiu aquele filme chamado Impossível, que conta a incrível história de uma família que estava em férias e o local onde estavam foi atingido por um tsunami? Sempre me perguntei como será que as pessoas reagem diante de uma situação dessas, principalmente porque não sei nadar.
O filme hoje para mim é uma metáfora do que a vida faz, sempre ha um tsunami que nos atinge em determinados momentos e ficamos perdidos, desorientados, achando que vamos morrer.
Sim, achamos que vamos morrer, no momento em que a onda nos atinge, no momento em que afundamos sem ter onde apoiar os pés e no instante em que não conseguimos saber o que está acontecendo com nossa família ou com aqueles que amamos. Foi isso que aconteceu conosco. Por isso fiquei sem escrever e sem ler durante tantos meses, não sabia o que seria de nós, o que estava acontecendo e nem a dimensão de suas consequências.

Dia 18 de julho minha filha passou mal com dor de garganta e foi levada ao hospital 9 de Julho em São Paulo, passou pelo pronto socorro, fez exame de sangue e um ultrassom do pescoço pois estava com os gânglios inchados e com febre, coisa que nunca teve, o diagnóstico recebido foi de caxumba, pois a cidade estava passando por um surto. Questionei o médico que nos atendeu pois ela estava com manchas pequenas na pele
"- será que é dengue? Caxumba não pinta a pele, o senhor viu isso?".
A resposta foi taxativa:
"- o surto de dengue já acabou, os gânglios estão inchados, é caxumba, vou passar um anti-inflamatório porque não existe tratamento, o organismo tem que reagir, é apenas para tirar o mal estar e abaixar a febre"
"- Doutor, minha filha usa medicamento de uso contínuo faz 5 anos, é bipolar tipo 1, os remédios que ela toma costumam dar muita reação medicamentosa, o psiquiatra dela pediu para avisar que ela toma..."
"- Não precisa me falar nada, esse remédio não dá reação alguma".
Entrei em contato com o psiquiatra dela e ele pediu que mostrasse a conversa no aplicativo para ele, argumentando que poderia causar uma reação alérgica grave, ele leu e me disse que não tinha nada a ver.
Minha filha tomou Cetoprofeno às 01:30 no hospital e às 03:30, já em casa, estava com sangramento interno e a pele totalmente coberta de manchas rosadas. Liguei para o psiquiatra, corremos para o consultório logo cedo, o diagnóstico: Síndrome de Stevens Johnson! Mas o que é isso? Uma reação alérgica grave nível 4.
"- Vá para o hospital agora. Aqui no quarteirão do lado é a Escola Paulista de Medicina, leve a carta de indicação, como é um processo raro, eles vão querer tratar."

Levei minha filha imediatamente, ficamos em filas por horas e quando o médico a examinou confirmou o diagnóstico, "porém não temos condições de tratá-la aqui, leve-a para o Santa Isabel".

Lá fomos nós, chegando lá fotografaram seu corpo e confirmaram que o diagnóstico estava correto, ela ficou internada no pronto socorro. Sim, por 48 horas, sem tratamento, sem banho, sem comida, sem medicamento, sem médico responsável, as manchas foram escurecendo e espalhando cada vez mais. Briguei com a responsável, ameacei processar o hospital, buscamos transferência e nenhuma instituição não queria nos receber pelo fato dela ser Bipolar. O preconceito é enorme. Supliquei a Deus um escape e ele foi misericordioso, o Hospital Santa Catarina quis o caso.
Minha filha foi de chinelo, camisola e sem um único cobertor andando para a ambulância, não lhe deram sequer o privilégio de uma cadeira de rodas e um lençol, embora estivesse morrendo de dor e frio, a temperatura era de 11 graus.
Quando chegamos no hospital, foi uma correria, as lesões se agravaram de tal maneira que seus lábios grudaram, o nariz fechou quase totalmente tomada por bolhas que formaram uma crosta enorme, As manchas tomaram todo o corpo e formaram bolhas, fomos para a unidade de tratamento intensivo,

22 dias de UTI. Aplicações de laser nos lábios para poder abrir a boca e curar as feridas internas. A síndrome avançava no seu caminho de destruição, tomou a traqueia, esôfago, estômago, intestino, útero. Uma equipe de vários médicos: Cardiologista, Dermato, Gastro, Oftalmo, Ginecologista, Cirurgião Plástico, Fisio,.. enfermeiras, especialistas em UTI e queimados, todos correndo tentando resgatá-la com vida. Minha filha perdeu 99% da pele do corpo, tomava morfina o dia todo para suportar a dor. Cada vez que se sentava na cama, a pele toda ficava no lençol.
Enquanto isso toda a igreja, amigos, parentes intercediam pela sua vida, gente de todas as religiões e sem religião nenhuma pediam para que ela sobrevivesse.

Uma noite ela me disse "Mãe, se eu morrer..." e eu lhe respondi "você não vai morrer.", ela simplesmente afirmou "eu estou morrendo". Repreendi aquilo com todas as minhas forças e com toda a doçura do meu coração...." você não vai morrer, nós vamos sair daqui juntas e com vida, saudáveis. Em nome de Jesus."

O tsunami tinha passado, as enfermeiras me diziam, ela tem um trajeto, só para quando destruir tudo! Li tudo o que encontrei a respeito, teses de mestrado, doutorado, artigos científicos e meu coração só apertava: 70% de letalidade, necrose, desfolhamento da derme, perda de visão, audição....eram os escombros que vinham com a onda, se a água não matasse, os escombros se incumbiriam de fazê-lo.
Mas Deus foi fiel e ao contrário do esperado, ele capacitou os médicos como nunca. Vieram os curativos, a enfermeira que fez a proposta de um tratamento diferente, o responsável pela UTI que foi humilde em escutar, as coisas coisas começaram a mudar.

36 dias depois ela tinha escapado da morte. Foi um milagre? Para nós foi. Nesse período perdi  o emprego e o convênio, estávamos em dinheiro, sem nenhum recurso, mas a empresa resolveu assumir o tratamento e eu aprendi que há categorias diferentes de pessoas:
1º) Aquele de grande ego que não houve ninguém e se acha dono da verdade, que é capaz de expor a vida de alguém ao risco de morrer apenas para não ser questionado;
2º) Aquele que ouve a todos os que trabalham com ele e não se coloca como senhor absoluto da verdade;
3º) Aqueles que te conhecem ou não e dizem que o que está acontecendo é sua culpa (sim, nós ouvimos esse tipo de coisa e é muito mais comum do que se imagina) e esperam sua morte como consequência e até torcem para que aconteça e assim provem que eles são os detentores da verdade. São muito parecidos com o primeiro tipo.
4º) Aqueles que não te conhecem ou conhecem e oram pedindo com todas as forças para que você seja privado do mal e se solidarize.
5º) E alguns muito especiais, como o Doutor Novazi que conduziu o tratamento da Esther e se disse como um pequeno instrumento (uma canetinha) na na mão de Deus.

Estamos em casa agora, Serão meses de tratamento ainda, mas ela está bem, sua pele ainda está se recuperando, o prognóstico é de 8 a 9 meses, Ela não pode receber luz branca ou tomar sol, usa bloqueador solar 100 e muitos, muitos cremes para a pele. Ainda está coberta de manchas, mas o Senhor nos tem sustentado.

O tsunami passou.... estamos em fase de reconstrução.
Primeiras Manchas
Diagnóstico de caxumba

primeiras manchas
Primeiras manchas
  
entrada no hospital
         

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Não deixe o medo te paralisar...

No amor não há medo; o amor que é totalmente verdadeiro afasta o medo.
1Jo 4:18

Sábado eu tinha uma entrega de dois bolos e era importante que desse certo, pois estou desempregada e tentando gerar renda através desse novo projeto. Já não dormi na noite anterior, graças a ansiedade e de manhã o gás acabou. As coisas começaram a dar errado. Entrei em pânico...
Uma das forças mais nefastas e malignas que existem é o medo.
O medo paralisa, interfere no raciocínio,  tira a perspectiva,  impede de ver com clareza e deturpa o julgamento.
O medo cega não te deixando ver a verdade e ao mesmo tempo alucina, porque te faz ver coisas que não existem.
Foi assim com Jó, ele disse: o mal que eu temia me sobreveio!
Quando estamos com muito medo não ouvimos conselhos,  não seguimos procedimentos de segurança,  nos precipitamos e aí a probabilidade dos erros acontecerem é muito maior. E o mais importante: ficar com medo ou ansioso não traz resultados bons.
Hoje antes de fazer qualquer coisa lembre-se que o Senhor te Guarda de todo mal. Que Ele é quem te capacita, ele abre portas ou as fecha, faz aquilo que é melhor para sua vida.
Respire fundo, levante sua cabeça e vá em frente. Mantenha firme seu foco, sua fé e sua mente.
Está escrito que se estiver em Deus,  onde colocarmos nossas mãos prosperaremos. Ele nos ama.
Tenha uma semana abençoada em nome de Jesus.
Lavínia

terça-feira, 19 de julho de 2016

Talento ou vaidade?

Escrevi esse texto há.algum tempo e algumas pessoas me pediram para falar mais a respeito.
Tento entender algumas coisas e realmente não consigo. Conheço pessoas extremamente talentosas que são incapazes de alardear seus dotes por acharem que isso seria uma presunção enorme. Quando olham para si sempre tem por base que ainda é necessário caminhar mais e aprender muitíssimo, sempre reconhecendo que há outros que já suaram demais a camisa e por isso os preferem em honra pela experiência adquirida durante a caminhada.

Outros, não sei nem por onde começar, são tão prontos em anunciar seus dotes e suas conquistas, numa certeza tão grande de sua própria capacidade que se dão ao luxo de desprezar os que vieram antes e sofreram e aprenderam, como se os que os antecederam nada tivessem a ofertar. Adoram propagar seus avanços como se fossem o retorno de um reconhecimento ,seja humano ou divino, por sua suposta capacidade e pouco disfarçam sua vaidade, cobiça e desejo desenfreado por posições e reconhecimento público.

E o que é pior, como isso é um traço do caráter, esse comportamento se manifesta na família, no âmbito profissional, no ministério e em todos os relacionamentos.